sexta-feira, 14 de junho de 2013

Viagem ao centro da imaginação

         


                               Viagem ao Centro da Imaginação 

Em 2006, um cientista e geólogo chamado Otto Lidenbrock foi a um sebo e achou um livro que tinha uma mensagem de Arne Saknusem. Ele era um alquimista islandês, esse livro era bem difícil de ler, pois estava em latim antigo. O livro tinha informações muito importantes, era o tipo de livro que Lidenbrock gostava de ler. Então Lidenbrock tentou ler de todas as maneiras, mas não encontrou nenhuma informação. Depois disso, procurou informações de cientistas pela internet que poderiam ajudá-lo a decifrar o enigma do livro. Os nomes deles eram Pedro Gonçalves Correa da Silva que era físico, tinha cabelos e olhos castanhos claros, era brasileiro e com cinco anos se mudou para a Alemanha. O outro cientista se chamava Pedro Henrique Nascimento, ele era geólogo e morava em Miami, nos EUA. Letícia Guedes, era bióloga,  brasileira, porém morava em Hamburgo. Então Lidenbrock enviou uma mensagem para todos os cientistas dizendo que podiam convidar um acompanhante. Eles convidaram Nathan Sakamoto, que fazia química, e se encontraram na casa de Lidenbrock. Chegando lá, perceberam que ele era um homem com mais de 50 anos de idade, magro, impaciente e usava óculos grandes.






      Na casa, morava o sobrinho órfão de Lidenbrock que se chamava Axel. Lidenbrock também tinha uma sobrinha chamada Grauben, que no início dessa história tinha 17 anos. Nessa casa também havia uma empregada chamada Marthe que era  legal e paciente.





        Axel queria ajudar os cientistas a decifrar o enigma do livro. Quando a sala estava vazia, Axel pegou o livro para tentar decifrar a mensagem, tentou ler de todos os jeitos e quando estava quase desistindo , consegui perceber que as palavras estavam escritas de cima para baixo. Axel leu e quis jogá-lo na lareira, pois se seu tio visse, iria querer fazer as mesmas coisas que estavam no livro. Nele falava como entrar no centro da terra.

Nesse tempo, os cientistas entraram na sala e viram Axel com a mensagem na mão e perguntaram o que ele estava fazendo.

  

        Então Axel pensou se falava a verdade ou não, e enfim decidiu falar. Quando os cientistas e seu tio souberam como ir ao centro da terra, leram o livro e descobriram que tinham que entrar por um vulcão extinto chamado Sneffels que ficava na Islândia. Depois disso, resolveram pegar um avião e ir até lá.





        Chegando à Islândia, Axel quis conhecer o local, enquanto isso, Lidenbrock e os cientistas foram a uma biblioteca para procurar mais informações sobre Arne Saknusem, mas não acharam nada. Eles perguntaram ao bibliotecário  se tinha algum guia na cidade. O bibliotecário respondeu que havia, ele se chamava Hans. No dia seguinte Axel acordou com o barulho da conversa entre Hans e Lidenbrock. Eles pegaram seus carros, foram até o vulcão  e começaram a subida. Quando estavam no meio do caminho, começou um vento muito forte, perceberam que era um tufão.



        No dia seguinte, eles resolveram continuar a subida.







No meio do caminho encontraram um alquimista, que se chamava Henrique, era baixinho, tinha 1,63m, era loiro de olhos verdes. Henrique queria se juntar a eles então continuaram subir.







        Finalmente chegaram ao topo do vulcão e viram que sua cratera era enorme. Decidiram começar a descida. Observaram que as paredes do vulcão eram feitas de rochas magmáticas.  

        Três dias depois chegaram ao solo, que era bem rochoso, onde encontraram vários tipos de rochas metamórficas, observaram em volta e resolveram montar o acampamento, para se alojarem por uma noite.  No dia seguinte, depois observar por um bom tempo, encontraram um caminho que parecia estar de acordo com as anotações de Arne Saknusem. Eles também observaram que lá era bastante quente.





 Depois de muitos dias abaixo do solo, Axel falou:  

-- Nossa, já faz muito tempo que não vejo mais a luz do Sol...

-- É porque estamos a mais de trezentos e quarenta quilômetros do Sneffels - respondeu o Professor Lindenbrock.





        Axel começou a mexer no mapa e percebeu que estavam a 61º de latitude Norte, e 20º de longitude Oeste.



            Logo perceberam que haviam chegado em uma área cheia de galerias, de granito e com coisas que historiadores pesquisaram por anos e anos e nunca acharam. Com tantas galerias acabaram se perdendo de Axel. Lindenbrock e Henrique Ribas chamaram e chamaram, mas ninguém respondeu.

         Acharam que Axel tinha desaparecido, até que começaram a gritar seu nome:



- Axel, Axel, Axel cadê você? - gritou Nathan. 



- Eu estou bem, podemos fazer um teste para medirmos a distância entre mim e vocês.



            Então concordando com a ideia de Axel, o professor Lidenbrock ouviu bem e mediu uma distância de 2,5 metros entre eles. Eles ficaram felizes, pois Axel estava bem e estava a poucos metros deles. Neste meio tempo, sentiram muita sede e encontraram um riacho. 

     

          Estavam a quatro quilômetros abaixo do nível do mar e sentiram a pressão; ficaram com tontura.



              Depois de muito andar, encontraram uma linda paisagem com um grande mar, que Lidenbrock batizou de: "Mar de Lidenbrock". Era um oceano que se perdia de vista. 

            Pedimos para Hans montar o acampamento e uma jangada para atravessarem o mar, andamos muito e achamos uma floresta de cogumelos e percebemos que Axel tinha se perdido novamente, Depois de muito procurar, acharam Axel na floresta procurando saber mais sobre ela. Viram fósseis de peixes, animais antediluvianos, samambaias imensas, arbustos e ossos gigantes. Comemos pão com geleia “Queens Berry” na viagem.



Na hora de partir, eles queriam fazer uma homenagem a Grauben batizando o lugar de partida como "Porto Grauben".

  

 Durante a viagem Axel escreveu todos os seus pensamentos em seu diário de bordo. Lá estava escrito que ele dormiu pouco, estava bastante preocupado, se perguntava que animais viviam lá no fundo e se eles podiam atacar. Seu tio permaneceu calado, Axel tinha certeza de que seu tio compartilhava sua mesma preocupação.



Depois de muito tempo no mar, eles acabaram achando dois dinossauros extintos brigando na frente deles, um se chamava Plessiossauro e o outro Ictiossauro.



 No diário de bordo, Axel falava tudo sobre a viagem desde as calendas de julho até 27 de agosto.



Depois de um longo tempo navegando nas águas do Mar de Lidenbrock avistaram uma ilha que Lidenbrock batizou de: "Ilha de Axel”, e resolveram desembarcar. Lá encontraram um ser humano morto, caído na areia.



         Depois de explorarem um pouco a ilha, acharam uma caverna. Entraram nela e viram muitas pinturas rupestres; queriam saber o que tinha dentro da caverna, continuaram andando e viram comida espalhada pelo chão. Começaram a sentir um cheiro muito ruim, pois a comida estava estragada, mas de repente viram um Neandertal com 1,50 m. Quando o viram, ficaram muito assustados e resolveram voltar.



                        Na ilha de Axel eles acharam um punhal enferrujado, e as iniciais ‘AS’ na parede de uma gruta próxima. Lidenbrock viu e falou:



                        - Só podem ser as iniciais do nome de Arne Saknusem!



         Nesta mesma gruta, viram que tinha um caminho fechado, Hans pegou pólvora e dinamite para liberar a passagem da gruta. Logo a lava começou a subir, eles entraram na jangada e caíram em um vulcão ativo que estava em erupção. Este vulcão ficava em uma ilha da Itália chamada Stromboli.

 Depois pegaram um avião e chegaram em casa. Grauben ficou muito feliz por ver que Axel estava bem, pois eles dois gostavam um do outro. “O professor Lidenbrock ficou famoso e quanto aos cientistas, também, tanto que lançaram um livro chamado ‘Viagem ao Centro da Imaginação”.

 


 Nathan, Pedro Silva, Pedro Nascimento Letícia Guedes.

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